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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

R&S

R&S trata a história de um cara que tinha uma irmã (começo do livro).
bla bla bla wiskhas sachê a parte, Tem a Sra. Dashwood, segunda mulher do (ex?) viúvo Sr. Dashwood, que tinha o filho John do primeiro casamento, e as filhas Elinor, Marianne e Margaret (nem sei se a caçula tem esse nome mesmo) com a Sra. Dashwood.
Enfim que o sr. Dashwood papi morre, e como a sociedade era um bando de féladaputa, mulheres direito a nada tinham, logo quem ficou controlando tudio era o Josh Dashwood, playboyzinho egoísta que se casou com uma mulher que parece a mulher do meu tio - not a complement.
O pai o tinha feito prometer que cuidaria de suas filhotinhas, o filho tinha prometido, mas a Fanny (isso lá é nome) convenceu o John que na verdade se ele ajudasse com a mudança da viuva e cia de lá, já tava bom (depois homem é burro e não sabem porque). Pensem na ousadia do ser, mal chegou na casa e já botou a 'sogra' pra fora - mentira, durante 6 meses teve torta de climão.
E durante esses 6 meses, o irmão da Fanny, Edward, ficou indo lá sendo insosso com a Elinor, lendo histórias em voz alta e irritando sem saber a Marianne.
No momento da história em que estou, as meninas já se mudaram para um chalé de um parente - chapeleiro louco pode ser a descrição mais adequada, MAS eu vou reservar essa para o jovem Willoughby - a Marianne torceu o pé e foi socorrida pelo chapeleiromaluco Willowghby, enquanto o coronel Brandon faz as vezes de Edward insosso, embora ontem ele tenha tido o início de presença de espírito pelo qual estou esperando.
Enfim, nada nada nada, Marianne teve que dizer 'bye bye' ao seu amado chapeleiro, o porquê ainda não sabemos - Bingley/Jane feeling? - enquanto descobrimos que Brandon tem uma filha, novidade contada pela mãe da mulher do dono do chalé e vizinhos da mulherada - não dou conta de tanto nome, mas o dono do chalé é o Sir John Middleton, sua espoUsa Lady Middleton e sua mamãe Sra. Jennings.
Nada sucinto, porém eu falei falei falei e não rolou história nenhuma, tirando a mudança das meninas e as saídas intempestivas de coronel Brandon e Willoughby.
Acompanhe os próximos episódios.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

toalhas

Eu tava lendo um texto por aí sobre dinâmica de relacionamentos (não foi na Cláudia, na AnaMaria nem na MarieClaire. Falando nisso, quando lançarem uma revista chamada "Me chupa que eu te escuto", "Wanderléa" ou "Creuza", me chamem), rotina etc... e veio aquela fatídica ocorrência de deixar a toalha molhada na cama.
Bem, deixar a cama molhada pode ser um potencial fator de risco, mas contanto que o ser humano deixe a sua toalha molhada no seu lado da cama, bem, pelo que me consta, você pode fazer o que quiser com a sua toalha. Eu, talvez diferente de outras pessoas, não vou encarar isso como uma declaração de desprezo, infinito ódio e vingança. E olha que tenho tendência a não entender porque as pessoas fazem coisas que eu nunca faria.
Tive que apagar tudo que eu tinha escrito, porque nem o backspace retórico ia me salvar.
Olha, não sei realmente qual o problema, além de uma necessidade além de controle. A menos, claro, que você deixe a toalha molhada no lado da outra pessoa, em vez do seu. Aí é falta de educação e eu partiria pro fight, ou melhor ainda, faria o ser dormir no molhado - HA HA HA. Solução encontrada gente, parem de se estapear por uma toalha.